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“Aquele que não faz uso de todo o potencial da sua vida,

de alguma maneira diminui o potencial de todos os demais”

– Nilton Bonder (A Alma Imoral)

Por que Terapia?

- Para quem?

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Transtornos de ansiedade; depressão; tristeza profunda são situações com frequência evocadas na busca de ajuda terapêutica. No entanto, é importante ressaltar que qualquer pessoa pode se beneficiar dessa experiência. Casais e famílias também. Não é necessário um diagnóstico para iniciar esse caminho.

- É muito caro e trabalhoso fazer Terapia!

           

Sim: terapia requer investimento.  E não se trata apenas de dinheiro. Tempo, energia, disponibilidade interna... tudo isso está em jogo. No entanto, quanto custa não obter esse cuidado? Creio que essa é uma das perguntas fundamentais para quem tem dúvidas. 

           

Sobre o investimento financeiro: os valores são combinados pessoalmente. Afirmar e acordar um contrato de trabalho é parte do processo terapêutico e, portanto, convém que seja construído no registro de uma escuta e conversa entre nós.  Atenção para certos preconceitos: o processo demanda um investimento, mas não é, via de regra, inacessível. Entre em contato em caso de dúvidas. 

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Eu ofereço recibo. Alguns dos meus clientes são reembolsados pelo Seguro de Saúde. 

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quanto custa

não obter

esse cuidado?

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desconstruir ilusões e amar a verdade daquilo que experimentamos e descobrimos nessa jornada

- Fale mais sobre isso ...

 

São frequentes dúvidas sobre a natureza do processo terapêutico: do que se trata; qual a sua duração; como funciona. Muitas respostas podem ser ensaiadas e formuladas. Mas a apreensão profunda do processo se dá na experiência vivida.

 

Se uma analogia pode ser feita, pensemos em um processo artesanal. A fermentação natural de um pão por exemplo: há uma química de paciência e mistério até que o pão possa crescer de forma espontânea. É um convite para algo dessa natureza que está em curso nesse trabalho terapêutico.

 

Importante ressaltar nessa comparação que, diferentemente do pão, não há receitas previamente definidas e conhecidas no nosso caso. Tampouco padrões. O que existe é a condição de afirmar uma parceria-aliança terapêutica que descubra como fazer acontecer essa “química” de cuidado.

 

“A missanga, todos a vêem. Ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as missangas” diz Mia Couto. Lançar-se nesse processo significa ser ajudado nessa travessia: o contato íntimo com aquilo que nos é próprio. Invisível – mas decisivo para aquilo que criamos como vida, destino e possibilidades. Como autoria.

 

No contexto vigente, uma vida digna de sentido só parece possível se pautada pelo Êxito, Beleza, Bem-estar, Juventude, Desempenho e Certezas. Diria que é muito fácil estarmos distantes de nós mesmos.  Sendo assim, esse trabalho pode oferecer um dar-se conta que promove transformações e amplitudes. O processo terapêutico é sustentado por um vínculo de confiança e encontro entre o psicólogo e seu cliente.

- E como faço para escolher a/o Profissional?

           

É uma questão de difícil resposta. Indicações podem ser fontes valiosas nessa busca. Mas tampouco garantem “acertos”. Costumo dizer que é importante confiar na “química” que se estabelece.  Para quem busca pela primeira vez essa experiência é comum que tudo seja bastante estranho.  Ainda assim, pode existir um certo conforto com essa estranheza.

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Entrevistas iniciais exploratórias são decisivas nessa busca.  Estou disponível para a experiência de um primeiro encontro, uma primeira conversa.

 

“Verdade sem amor é crueldade. Amor sem verdade é ilusão ”. Essa é uma afirmação de Bion, psicanalista inglês, bastante elucidativa, ao meu ver. Terapia pode ser um processo difícil e sofrido muitas vezes, o que não significa que tenha que ser cruel. Tem a ver com desconstruir ilusões e amar a verdade daquilo que experimentamos e descobrimos nessa jornada. Creio que essa escolha e empreitada envolve uma aposta. Verificar em que medida captamos o fenômeno de uma “intimidade” nesse ambiente é importante – ou seja: a gente perto da gente mesmo em face de quem nos ajuda com essa aproximação.

 

Em uma cidade como São Paulo, o critério geográfico é relevante. Vale pensar se é viável o deslocamento para certas regiões. O meu consultório está localizado em Pinheiros (Rua João Moura 661). O prédio tem estacionamento e oferece acessibilidade para cadeirantes. Também há muitas opções para quem prefere o transporte público: Oscar Freire e Clínicas são estações de metrô próximas do local.

Veja minha localização no mapa.

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é muito fácil estarmos distantes de nós mesmos

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